quarta-feira, 4 de maio de 2011
Uma árvore de caprichos
Eu tenho uma história pra contar. Bem, na verdade está mais para uma estória do que história propriamente dito, mas pouco importa. Está bem! Na dúvida vou chamar de “hestória”, tá bem? Como é precioso o sentido exato de uma palavra! Ainda mais considerando ao que ela nos remete. Vejamos, é curioso, mas história me lembra histeria. Claro que essas palavras não tem relação direta de parentesco. História é filha do grego historía que significa pesquisa, já histeria é produto de hystera, útero também em grego. A Grécia parece ter dado luz a todas as palavras modernas, ou pelo menos quase todas. Eu me pergunto qual seria a origem de sua própria língua. Será que pegaram emprestado alguns verbetes dos macedônios? Não, mais provável que tenha sido herança dos fenícios – que por sua vez me lembram felídeos! Mas que raios teria um gato que se meter com as navegações? Principalmente ele que detesta água! Será que ninguém parou pra considerar isso antes de fundar a civilização? Agora é tarde e os gatos eternamente dormirão ao lado dos mares no dicionário. Não que isso os impeça de pregar o olho, agora que me ocorre que entre aqueles está fenestra. Assim, creio que não seja nada desagradável observar as ondas apoiado no parapeito da janela tomando um bom suco de goiaba; ou brincando com um novelo de lã se fores um gato.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Direto da terra dos Kiwis!!!
Uou, estou na Nova Zelandia a quase seis meses e ainda não postei nada! haha, novidade...
Bom, a primeira pergunta seria: "já viu um kiwi?" A resposta: "Não. Ainda não..." Outra pergunta: "Como isso é possível?" Resposta: "Boa pergunta, hahaha".
A NZ é um país incrível e o mais incrível de isso tudo é que as pessoas também são incríveis. Quanto incrível...
Eu moro na ilha do norte, mas já fiz um tour na ilha sul e lá é lindo demais, bonito de verdade. O país em si é repleto de belas paisagens e as pessoas são muito receptivas e educadas. Além de tudo ainda tem os Maoris que dão mais um toque especial.
Já aprendi a fazer o Haka e a cantar o hino em Maori e uma outra música em Maori hahaha... Já fiz muito dos esportes radicais e é tudo louco demais, muita adrenalinaa! Enfim, estou fazendo o que posso por aqui...
Eles conhecem o Brasil? Não. Eles sabem onde fica? Não. Sabem qual é o nosso idioma? Sim, "brazilian"... HAHAHA!
Depois escrevo mais...

Noruega, Noruega, Holanda, Brasil, Alemanha, Suíça, Alemanha...
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Enquanto isso nos bastidores kiwi...
Sim, isso quer dizer que Vlog Kiwi #10 esta chegando. Segunda temporada de Vlogs Kiwi e agora com cenario renovado, uhul!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Sentidos errado
Salve, salve, meus queridos companheiros kiwi!
Estava hoje habitualmente sentado após o lanche da tarde de maneira desconfortável na minha cadeira branca com meu violão em mãos e coxa direita. Tocava as mesmas 8 ou 9 músicas que sempre dedilho, quando fui inspirado pelas Tágides do rio Tejo.
De início revoltei-me, pois considerei de imediato uma afronta à minha privacidade privada (literalmente), além de ter sido um atentado ao pudor naquele instante tão solene de minha rotina rigorosa.
Sem forças parar resistir, deixei-me levar pela melodia que percorria as estradas da minha mente, mexendo os dedos e pressionando firmemente as cordas, dei à luz em fim, uma música intrumental. Permita-me mostrá-la a vocês:
C D/F# A C#
Repetidamente, por cerca de 4 minutos, terminando em C deixando a harmonia soar até morrer.
Esqueçam, ouvir e ler não são a mesma coisa.
Estava hoje habitualmente sentado após o lanche da tarde de maneira desconfortável na minha cadeira branca com meu violão em mãos e coxa direita. Tocava as mesmas 8 ou 9 músicas que sempre dedilho, quando fui inspirado pelas Tágides do rio Tejo.
De início revoltei-me, pois considerei de imediato uma afronta à minha privacidade privada (literalmente), além de ter sido um atentado ao pudor naquele instante tão solene de minha rotina rigorosa.
Sem forças parar resistir, deixei-me levar pela melodia que percorria as estradas da minha mente, mexendo os dedos e pressionando firmemente as cordas, dei à luz em fim, uma música intrumental. Permita-me mostrá-la a vocês:
C D/F# A C#
Repetidamente, por cerca de 4 minutos, terminando em C deixando a harmonia soar até morrer.
Esqueçam, ouvir e ler não são a mesma coisa.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Já pensou?
Se todos os países substituíssem seus exércitos por orquestras nacionais,
Ainda haveria lágrimas na guerra, mas não morte.
Ainda haveria honra, sem dor.
Ainda existiria a diciplina, sem imposição.
Haveria aprendizado, sem extermínio.
Haveria paz, mesmo em conflito.
Permaneceria o amor, ternura e leveza.
Servir seria um deleite, uma obrigação da alma,
Não do governo.
Progresso...
Ainda haveria lágrimas na guerra, mas não morte.
Ainda haveria honra, sem dor.
Ainda existiria a diciplina, sem imposição.
Haveria aprendizado, sem extermínio.
Haveria paz, mesmo em conflito.
Permaneceria o amor, ternura e leveza.
Servir seria um deleite, uma obrigação da alma,
Não do governo.
Progresso...
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